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Nos próximos dois meses a população europeia poderá estar infectada pelo Omicron , de acordo com a World

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De acordo com o a organização W.H.O., mais da metade da Europa poderá ficar infectada pela variante do Covid-19 até as próximos 8 semanas. Os chefes de estados foram alertados nesta terça feira que uma nova onda, do Oeste para o leste europeu, pode estar se aproximando. Foram registrados cerca sete milhões de novos casos de Covid-19 na primeira semana de 2022.

 De acordo com a W.H.O. os dados de casos mais graves provem do leste europeu, e mesmo com a efetividade das medidas de prevenção com vacinas pelas gigantes farmacêuticas, há a questão da gripe sazonal. A organização tem alertado durante meses a possibilidade de vacinas de reforço para crianças e idosos em casos graves da doença. Os prioritários para as vacinas de reforço seriam aplicados para profissionais da linha de frente que combate a doença de perto e da área da educação.

Desde que a nova variante do COVID-19 , o Omicron,  foi detectada em Novembro e se espalhando para todos os lugares do planeta , que já sofre dois anos de pandemia generalizada e novos casos surgindo de acordo sua rápida contaminação e ao  mesmo tempo as vacinas vão se tornando menos efetivas de acordo com a taxa de mutação do vírus. Supõe-se que haverá novas ondas de contágio da nova variante.

 Há muita discussão pública de o vírus é de fato endêmico e se há ou não a possibilidade de colocar restrições que diminui a taxa de contágio na população. A W.H.O ainda está incerta em relação se há um determinado paradigma sobre as restrições e como evitar a nova variante. De acordo com uma representante sênior da organização, Catherine Smallwood, há uma questão do quanto o vírus é letal para pessoas não vacinadas e o quanto ela será impactante para a população mundial. Sem contar com a letalidade a longo prazo.

As nações que se encontram no eixo Balcânico e o leste europeu, onde já começou largamente as ondas de infecção do Omicron, estão com a população amplamente vacinas, até mais do que a Europa Ocidental. Muitas das nações europeias estão tentando executar planos de contingencia para conseguir, pelo menos, escolas e faculdades abertas nesse início de ano.

 

 

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