Médicos observam aumento de casos sequelares de dores de cabeça pós infecção pelo COVID 19. Não bastasse a infecção pelo coronavírus, os médicos se defrontam com mais um problema. Trata-se das sequelas apresentadas pelos pacientes que conseguem sobreviver a doença.
Entre as sequelas apresentadas: desde a anosmia (perda do olfato), agora os usuários de planos de saúde e do SUS enchem os ambulatórios com referências a novos problemas médicos. Entre eles, se destaca as crises de dores de cabeça. Desde a velha enxaqueca, como outros tipos de cefaleia. Existem em torno de 300 tipos de dores de cabeça. E os pacientes relatam a maioria da lista de crises de dores de média a grande intensidade.
Para o especialista em dores de cabeça, o cefaliatra Dr. Stélio Leal Pessanha, a que chama à atenção é outra fenômeno. Ele aponta dois fatos: O primeiro deles diz respeito a aqueles que não tinham dores de cabeça e passam a ter. Outro fala sobre o aprofundamento dos sintomas de algum tipo de dor de cabeça.
Segundo Pessanha, a preocupação dos pacientes concentra-se na duração do tempo em que vão ter de se tratar. E se existe algum problema mais grave em suas cabeças. Mesmo explicando que o diagnóstico é feito pela clínica médica, o paciente sente mais tranquilidade em ser submetido a um exame de imagem. Para tranquilizar o paciente, todos são encaminhados para serviços de imagens. Para finalizar, Dr. Stélio explica que outros tipos de sequelas têm também aparecidos como neuropatias periféricas, tonturas e zumbidos nos ouvidos. 
Foto- internet

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