Com a nova variante delta se espalhando ao redor do mundo, a as empresas farmacêuticas estão se empenhando cada vez mais na eficácia das vacinas para que a população tenha uma imunização completa e eficaz contra o COVID-19. De acordo com estudos observados em artigos científicos e boletins informativos das megacorporações que estão na luta contra a nova variante, a delta-indiana, as vacinas da Pfizer/BioNtTech e Oxford/AstraZeneca estão entre as mais eficazes para o combater o vírus.
De acordo com estes estudos, duas doses da vacina da Pfizer têm eficácia de 88%, enquanto a AstraZeneca apresenta 67,7% contra a variante delta – nos estudos da variante alfa a eficácia era de 93,4& e 74,4% respectivamente – sendo que possui um potencial de contágio maior que o esperado. Decorrente disso, a nova variante vem causando cada vez mais o número de contaminados na Europa, EUA e Israel. Os israelenses estão tomando medidas preventivas cada vez maiores para a prevenção da população como plano de contingência contra a nova variante, tentando garantir contratos de compra das vacinas da Pfizer.
Os cientistas estimam que a nova onda de contágio pela variante delta, é responsável por pelo menos 70% dos novos casos na Europa atualmente, e pela estimativa futura para meados de dezembro, de 90%. No Brasil, já foi localizado centenas de casos de contaminação pela variante delta por transmissão comunitária. Um dos grandes temores é que o escape imunológico desta tenha um potencial alto em relação as anteriores.
Em casos como o de Israel em relação à Pfizer, a aplicação da primeira dose com um intervalo de três meses para a aplicação da segunda, deram efeitos positivos em relação a variante alfa. Aqui no Brasil, já foi confirmada pela Anvisa o uso das duas vacinas para Imunização da população que sejam mais vulneráveis de acordo com Ministério da Saúde.

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