COBERTURA VACINAL NO BRASIL DESPENCA
Todo mundo já ouviu falar que o Brasil era exemplo de vacinação. ERA. Pois agora vem a notícia da taxa de cobertura vacinal despenca. Pior ainda, o fato dá espaço para brecha para surtos. A cobertura já vinha despencando no país. Com a pandemia pelo COVID-19 aprofundou em 2020.
A realidade brasileira vem na forma de um estudo feito por ninguém menos que o IEPS (Instituto de Estudo para Políticas de Saúde), com base em dados do Ministério da Saúde, atualizados até o dia 4 de abril. Menos da metade dos municípios brasileiros atingiu a metade dos municípios brasileiros atingiu a meta estabelecida pelo PNI (Plano Nacional de Imunizações).
Com exceção da pentavalente (contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite b, e a bactéria Haemophilus influenzae tipo B), todas as outras mostraram quedas preocupantes de cobertura. E se esse panorama não for mudado, a situação vai entrar num estágio PREOCUPANTE, quando a situação voltar ao chamado NOVO NORMAL.
O exemplo disso é o retorno do sarampo em 2018. Em 2020 teve ocorrência da doença em mais de 20 estados brasileiros. E as razões disso tudo ocorrer se deve a uma série de motivos. Desde governamental, como da pandemia e até do comportamento do povo brasileiro.
Em 2020, a situação se agravou em decorrência do distanciamento social. O medo de pegar o coronavírus foi determinante para os pais postergarem a ida de seus filhos para tomarem as vacinas. Uma parcela significa deixaram, por problemas socio-econômicos deixaram de acompanhar os filhos aos pediatras.
Finalmente, pode-se apontar a péssima qualidade da assistência primária à Saúde. Isso quando se tem grupos de Assistência Familiar nos postos de Saúde. Isso é Brasil.

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