Jornal Gazeta Regional

O estado de balbúrdia venezuelana atual

O território venezuelano passa por uma das piores crises econômicas politicas, financiada por terroristas Latino-Americanos.

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Adriana Loureiro Fernandez
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Atualmente o Estado Venezuelano passa por uma crise politica e econômica que fez nascer uma antiga ameaça nas entranhas do país. Desde que o atual Presidente, Sr. Nicolas Maduro, assumiu o cargo da presidencial em 2012, o país caiu em caos total por este exercer um regime ditatorial com as forças armadas ao seu lado e ao mesmo tempo uma forte oposição vinda do povo. Isso se justifica por faltar mercadorias essenciais para o consumo das famílias venezuelanas por condutas de má gestão governamental. Ao tentarem aplicar conceitos falsos de marxismo com politicas ditatoriais no governo, o resultado poderia ser um grande fracasso, iniciando um efeito cascata único de degradação do povo e de seus representantes politicos. 

Com todos essas variáveis endógenas afetando a parte estrutural do país, surgiu uma nova ameaça em solo Venezuelano: eles impõem a ordem através da força e medo, criando milícias que financiam a educação e criação de fazendas de cartel de drogas, distribuição ilegal de armas e centros de treinamento paramilitares. São os antigos comandantes das FARCS, ou melhor , as ELNs.

Formadas inicialmente na Colombia, as ELNs foram formadas como um guerrilha pró-marxista responsáveis por vários atentados como narcoterrorismo sequestros de VIPs americanos e europeus em troca pela libertação de criminosos politicos - considerados como terroristas. A ELN têm como objetivo atual, penetrar pela fronteira venezuelana e aplicar assentamentos para expandir sua rede de financiamento de narcoterrorismo, tomando controle de terras indígenas e forçando-os a se integrar a trabalhos escravos em troca de alimentos e “proteção” que o seu próprio país não consegue fornecer. Muitos indígenas locais venezuelanos conhecidos como Wayy, estão sendo ameaçados a abandonar seus lares pela ameaça de insurgências ocorridas na região, sendo que o Governo Venezuelano abriu mão de lhes conceder proteção.

Aos poucos , a Venezuela está se tornando terra de ninguém, pelo alto nível de fragmentação populacional e econômica  promovida pela ELN, fazendo com que Sr.Maduro perca poder de influencia politica como líder nacional. Durante décadas atrás, o Estado Venezuelano obteve uma grande influência na América Latina, através do petróleo comercializado mundialmente, tendo esta sua principal commodity usada para monopólio através da OPEP. Ela se formou  com o dinheiro arrecadado, consolidaram seu exército, obras publicas e um bem-estar momentâneo para seu povo.

Para analistas de dados econômicos e geopolíticos, com a chegada do COVID-19 em solo venezuelano, se agrava mais a situação pois, o país está em um caos social em um local que nem suas instituições  politicas conseguem exercer justiça  pelo Estado e nem combater ameaças exógenas que ameaçam a segurança nacional e estrutural. Qualquer presidente que se posicionar após o período Maduro, arcará com um grande desafio de reconstrução nacional.

Apenas o tempo pode dizer se haverá uma  disciplina do Executivo a curto prazo para o bem do povo venezuelano e de suas instituições politicas para dar um futuro para as próximas gerações não cometerem os mesmos erros que a atual cometeu.

José Manuel Gonzalez, venezuelano sentado em frente a uma cova com seus dois filhos enterrados em meio ao caos das guerrilhas.
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Fonte

Journal - New York Times
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O estado de balbúrdia venezuelana atual

27/04/2021 10:35


Atualmente o Estado Venezuelano passa por uma crise politica e econômica que fez nascer uma antiga ameaça nas entranhas do país. Desde que o atual Presidente, Sr. Nicolas Maduro, assumiu o cargo da presidencial em 2012, o país caiu em caos total por este exercer um regime ditatorial com as forças armadas ao seu lado e ao mesmo tempo uma forte oposição vinda do povo. Isso se justifica por faltar mercadorias essenciais para o consumo das famílias venezuelanas por condutas de má gestão governamental. Ao tentarem aplicar conceitos falsos de marxismo com politicas ditatoriais no governo, o resultado poderia ser um grande fracasso, iniciando um efeito cascata único de degradação do povo e de seus representantes politicos. 

Com todos essas variáveis endógenas afetando a parte estrutural do país, surgiu uma nova ameaça em solo Venezuelano: eles impõem a ordem através da força e medo, criando milícias que financiam a educação e criação de fazendas de cartel de drogas, distribuição ilegal de armas e centros de treinamento paramilitares. São os antigos comandantes das FARCS, ou melhor , as ELNs.

Formadas inicialmente na Colombia, as ELNs foram formadas como um guerrilha pró-marxista responsáveis por vários atentados como narcoterrorismo sequestros de VIPs americanos e europeus em troca pela libertação de criminosos politicos - considerados como terroristas. A ELN têm como objetivo atual, penetrar pela fronteira venezuelana e aplicar assentamentos para expandir sua rede de financiamento de narcoterrorismo, tomando controle de terras indígenas e forçando-os a se integrar a trabalhos escravos em troca de alimentos e “proteção” que o seu próprio país não consegue fornecer. Muitos indígenas locais venezuelanos conhecidos como Wayy, estão sendo ameaçados a abandonar seus lares pela ameaça de insurgências ocorridas na região, sendo que o Governo Venezuelano abriu mão de lhes conceder proteção.

Aos poucos , a Venezuela está se tornando terra de ninguém, pelo alto nível de fragmentação populacional e econômica  promovida pela ELN, fazendo com que Sr.Maduro perca poder de influencia politica como líder nacional. Durante décadas atrás, o Estado Venezuelano obteve uma grande influência na América Latina, através do petróleo comercializado mundialmente, tendo esta sua principal commodity usada para monopólio através da OPEP. Ela se formou  com o dinheiro arrecadado, consolidaram seu exército, obras publicas e um bem-estar momentâneo para seu povo.

Para analistas de dados econômicos e geopolíticos, com a chegada do COVID-19 em solo venezuelano, se agrava mais a situação pois, o país está em um caos social em um local que nem suas instituições  politicas conseguem exercer justiça  pelo Estado e nem combater ameaças exógenas que ameaçam a segurança nacional e estrutural. Qualquer presidente que se posicionar após o período Maduro, arcará com um grande desafio de reconstrução nacional.

Apenas o tempo pode dizer se haverá uma  disciplina do Executivo a curto prazo para o bem do povo venezuelano e de suas instituições politicas para dar um futuro para as próximas gerações não cometerem os mesmos erros que a atual cometeu.

José Manuel Gonzalez, venezuelano sentado em frente a uma cova com seus dois filhos enterrados em meio ao caos das guerrilhas.
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Fonte: Journal - New York Times

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